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Raízes
 
 
Qualidades Essenciais do Fuzileiro Português
 
 
Aptidão expedicionária
 
«Foi aqui (Guiné) que comecei a ver a grande superioridade do marinheiro nas guerras coloniais. Acostumado a climas africanos, enrobustecido pelo serviço no mar, suporta as marchas e as intempéries com facilidade.
 
Cheio do desembaraço e da iniciativa que a vida lhe dá nos combates e nos duros encargos da campanha, conserva sempre uma grande serenidade, energia e bom humor».
 
Pinheiro Chagas
 
Espírito de Corpo
 
«Gente que é preparada junta, vivendo idênticas emoções e esperanças durante longos períodos de tempo no mar e em terra, desenvolve a comunhão de ideias, de sentimentos e de hábitos cimentados e fortalecidos pela actuação operacional, onde são bem mais que companheiros, são amigos e irmãos».
 
Júlio Gonçalves
 
Sentido do Dever
 
«Todas as unidades cumpriram o seu dever por forma a justificar o grande orgulho que sinto em tê-los comandado; porém, julgo merecedor de especial atenção o batalhão de marinha. Esta unidade mostrou sempre a maior correcção, a nítida compreensão dos seus deveres cívicos e militares, tanto no período que antecedeu as operações como durante as operações. Foi, sem o menor exagero uma unidade de elite, cuja têmpera fica definida dizendo que foi mais resistente nas marchas, a mais forçada nos combates e que os quatro dias em que na Mongua estivemos reduzidos a um quatro da ração, as suas sentinelas chagaram a cair de fraqueza nos respectivos postos, sendo imediatamente rendidas sem que disso o comando tivesse conhecimento, pois essa unidade sabia bem que esse comando nada podia fazer que modificasse de pronto a situação».
 
Pereira D’Eça
 
Determinação Combatente
 
«Sob forte investida contrária, os marinheiros, de joelho em terra, respondem encarniçamento e sangue frio. e eram os marinheiros de Portugal, há mais tempo crucificados desapiedada vida de mato, castigados por doenças, escarmentadas pela longa teoria de fomes, sedes, marchas e combates, aqueles que mais alto clamavam o seu propósito: retirar, nunca!»
 
              Júlio Gonçalves
 
 
 
 São Assim os Fuzileiros de Portugal