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Historial
Face às novas missões atribuídas aos Fuzileiros, após o termo das missões de combate nos diversos teatros de
guerra das antigas Províncias Ultramarinas Portuguesas em África, foi necessário reestruturar os Batalhões de Fuzileiros que integravam o Corpo de Fuzileiros.
Após várias adaptações estruturais verificadas nos anos subsequentes, por Despacho Nº 49/90 de 17 de Julho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada (ALM CEMA) tendo em conta as directivas fixadas às Forças Armadas (FA) relativas à Reestruturação, Redimensionamento e Reequipamento, foi em 15 de Outubro de 1990 desactivado o Batalhão de Fuzileiros Nº 3 (BF3). Na mesma data foi criada uma nova unidade, reduzida a duas Companhias de Fuzileiros (CF) e um Grupo de Comando e Serviços (GCS), que tomou o nome de Batalhão de Fuzileiros Nº 1 (BF1). Esta designação foi herdada de uma outra unidade a quem estava incumbida a missão de polícia militar da Marinha e que passou a designar-se por Unidade de Policia Naval (UPN).
Desde o seu início, o BF1 tem aprontado Secções e Equipas destinadas a guarnecerem as Unidades Navais (UN) em comissões nos Açores, com a missão de segurança às equipas de vistoria activadas pelo próprio navio.
Considerando que no ambiente estratégico actual e emergente, aumentaram as necessidades de guarnecer as UN com Grupos de Segurança, seja no âmbito dos compromissos nacionais permanentes, seja no âmbito da União Europeia (EU), da OTAN ou de Cooperação Bilateral, foi criado na estrutura do BF1, o Pelotão de Abordagem - PELBOARD.
Finalmente, considerando ainda que neste ambiente estratégico actual, os métodos que têm sido utilizados pelo terrorismo transnacional, vieram alterar os requisitos de segurança, tornou-se necessário criar medidas capazes de responderem a estas novas ameaças. Assim, surgiu um pouco por todo o mundo o conceito de Force Protection o qual, na sua génese, é um sistema integrado de segurança, desenhado para proteger recursos e meios através da aplicação planeada e integrada de outros sistemas de segurança já existentes, nomeadamente os de anti-terrorismo e contra-terrorismo, de informações (Intelligence), segurança física e protecção pessoal.
Neste âmbito, o BF1 em conjugação com a UPN, actualmente sob o mesmo Comando em regime experimental e por forma a gerar sinergias, vem desenvolvendo acções integradas que na sua totalidade requerem a adopção das medidas de Force Protection.