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Fanfarra

Tanto quanto se sabe a primeira Fanfarra aparece, quando em 7 de Janeiro de
1837 foi criado o célebre Batalhão Naval dotado de uma Charanga e uma Fanfarra dirigida pelo regente alemão Mark Holdz, com 20 executantes cada.
Em 1851 o Batalhão Naval é extinto, sendo criado o Corpo de Marinheiros Militares, ficando a Charanga, mas desaparecendo a Fanfarra.
Segundo consta no livro "Corpo de Marinheiros da Armada", no seu primeiro centenário, (1851- 1951) em 1937 a Fanfarra foi recriada e organizada, internamente no Corpo de Marinheiros da Armada, pelo Comandante Forteé Rebelo.
Usava antigamente a corneta de cobre (bugle), e as praças da Marinha que a tocavam eram designados por corneteiros-tambores, por tocarem não só Corneta como Tambor (Caixa de Guerra).
Quando os corneteiros eram bons executantes as guarnições ofereciam-lhe uma Requinta, chamada de prata, por ser niquelada.
Em 1918, o Ministro da Marinha, Comandante José Carlos da Maia mandou substituir as Cornetas por Clarins e posteriormente, ordenou a constituição de grupos de executantes com clarins de vários tons, em vez de um só, passando a ser constituída por clarins sopranos, contraltos, baixos, cornetins, caixas de guerra e por um tambor de metal.
Como armamento começaram os clarins a fazer uso de Sabres.
Actualmente, a Fanfarra, na dependência do Comando do Corpo de Fuzileiros (CCF) e sedeada na Base de
 Fuzileiros (BF), participa em várias cerimónias e eventos, militares e civis.