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Historial


O Batalhão de Fuzileiros nº 2 (BF2) foi criado pela Portaria nº 258/75 de 16 de Maio de 1975 aquando da sua génese, faziam parte do BF2 a Companhia de Fuzileiros nº 1 (CF1), a Companhia de Fuzileiros nº 8 (CF8) e, posteriormente, a Companhia de Fuzileiros nº 5 (CF5).
Quase dois anos depois, através da Portaria 96/77 de 25 de Fevereiro de 1977, as CF1, CF5 e CF8 passaram a ser designadas respectivamente por Companhias de Fuzileiros nº 21 (CF21), Companhia de Fuzileiros nº 22 (CF22) e Companhia de Fuzileiros nº 23 (CF23), designação que se mantém até aos dias de hoje.
O BF2 esteve aquartelado na Escola de Fuzileiros desde a sua criação até 03 de Maio de 1978, altura em que passou a ocupar as instalações actuais na Base de Fuzileiros.
O Batalhão, reforçado com meios operacionais das Unidades de Fuzileiros participou, entre outras, na Operação Leopardo (FORREZ) na República Democrática do Congo (ex-Zaire) em 1997 ao integrar a Força Multinacional comandada pelo Canadá; fez parte da Força Naval (de cariz Expedicionária e Anfíbia) na Operação Crocodilo que teve como missão o apoio aos refugiados nacionais (e de países amigos) na Guiné-Bissau em 1998; integrou o Agrupamento Bravo que cumpriu missão na Bosnia-Herzegovina no âmbito da SFOR II em 2000 e, entre 2000 e 2004 esteve presente em Timor-Leste no Apoio de Manutenção à Paz daquele país irmão.
Ao longo dos tempos, o BF2, reforçado com meios operacionais de outras unidades do Corpo de Fuzileiros, tem participado em inúmeros exercícios anfíbios nacionais e ainda em internacionais, dos quais se destaca o "Display Determination 76" (Monte Romano, Itália), o "Phibex 12/79" (Capo Teulada, Sardenha, Itália), os da série "Galera" e mais recentemente os exercícios "Bredex" e "Tapon", realizados no âmbito do European Union Amphibious Battle Group (EUABG) juntamente com a Spanish-Italian Amphibious Force/ Spanish-Italian Landing Force (SIAF/SILF) e a Marinha Grega.
Tem sido também chamado a apoiar a população civil, sendo disso exemplo, os trágicos acidentes da queda da Ponte de Entre-os-Rios (2001), o descarrilamento do comboio na linha do Tua (2007), apoio à fiscalização das Ilhas Selvagens (Arquipélago da Madeira).
Apesar do largo espectro de operações para as quais deverá estar preparado, o treino operacional do BF2 tem incidido principalmente no combate em áreas edificadas (CAE); em operações em ambiente Nuclear, Biológico, Químico e Radiológico (NBQR); e nas operações de evacuação de não combatentes (NEO).
O Batalhão de Fuzileiros n.º 2 é, indubitavelmente, a unidade onde a expressão do Fuzileiro, enquanto combatente bem treinado e pronto para servir Portugal e a Marinha, tem a maior visibilidade. O treino constante e aproximado da realidade com desembarques a partir dos navios da esquadra, ou outros meios; a melhoria dos padrões de desempenho através da utilização dos novos meios colocados ao dispor dos Fuzileiros e, a busca da excelência no planeamento e na execução das tarefas atribuídas garantem que exista um continuo entre os homens que desde 1621 servem Portugal indiferenciadamente "no mar ou onde for preciso".
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